Dicas de organização da consultora Micaela Góes, do Santa Ajuda

19 de outubro de 2018 |Nenhum Comentário

A revista Claudia recebeu a consultora de organização Micaela Góes em sua redação para um bate-papo sobre organização. A apresentadora do programa Santa Ajuda, do GNT, compartilhou truques valiosos para colocar um ponto final definitivo à bagunça da casa.

A personal organizer, Micaela Góes do programa Santa Ajuda do Canal GNT

Trace metas possíveis 

“Não adianta tirar um dia para arrumar todos os cômodos de uma só vez, porque é impossível!”, diz Micaela. Para a expert, é preciso separar a bagunça. Por exemplo: em um dia, organize a geladeira. No outro, as gavetas da cozinha. E assim sucessivamente. A ideia é que não bata o desânimo e a arrumação fique pela metade. “Além de ainda mais confusão entre os objetos, você se sentirá frustrada”, explica.

Faça uma triagem

Por onde começar? “Separe o que fica, o que será doado e o que será jogado no lixo”, ajuda a consultora. No programa Santa Ajuda, os pertences são separados em baldes de cores diferentes para facilitar. Com a certeza do que permanece, você está pronta para colocar tudo no lugar.

Setorizar é importante

Exatamente por isso, setorizar é importante. “A bagunça começa quando temos um objeto em mãos, mas não sabemos qual o lugar certo para guardá-lo. E então, jogamos em qualquer canto”, argumenta. Para ela, a partir do momento que tudo tem um espaço determinado, fica mais fácil cultivar o hábito da arrumação. Dica de ouro: guarde os objetos nos cômodos em que são mais usados. “Por exemplo: não faz sentido guardar seu grampeador na cozinha, se costuma precisar dele enquanto trabalha no escritório. Parece óbvio, mas te fará ganhar tempo no dia a dia”.

Crie um hábito

Rotina é fundamental para os bagunceiros de plantão. Nos primeiros dias, será importante se condicionar a guardar tudo, mas Micaela garante que o movimento se tornará natural com o passar do tempo.

Envolva as pessoas da família na arrumação

“Eu nunca jogo os brinquedos da minha filha no lixo sem autorização, por exemplo. Precisamos respeitar o espaço do outro”, diz a consultora. Para que a mudança seja efetiva, as pessoas devem se sentir parte daquilo e prontas para se desapegar. Faz todo o sentido, não é?

Fonte: Site Claudia – Por Isabella Marinelli 

 

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